Essa postagem é para aqueles que sem saber, simplesmente porque o que há dentro é verdadeiro e puro amor fazem da vida dos que os cercam um pouco melhor.
É para aqueles que estimulam as qualidades e ajudam a frear más inclinações de pessoas como eu, como você.
"Vivemos esperando dias melhores, melhores no amor, melhores na dor, melhores em tudo. Vivemos esperando dias melhores para sempre..." Diz o Jota Quest. Mas, melhor que esperar por esperar, é aguardar o que já estamos vivendo, porque a ação motiva o resultado, e não há como ter resultados diferentes fazendo a mesma coisa não é assim que diz o clichê? Então, amigo, faça, comece, andar é o ponto de partida de qualquer caminho longo ou curto.
Perceber a felicidade sem pré-requisitos ou condições não é fácil, mas ninguém nos enganou dizendo que seria, então, não lamente, não entristeça e não paralise com o primeiro empecilho, porque hão de haver muitos outros ao longo da vida. Mas uma coisa eu garanto, o primeiro que que conseguir superar será o estímulo e a motivação que você precisa para todos os outros.
As flores são sempre muito belas, mas um dia já foram botões e um pouco mais atrás foram sementes. Germine sempre com água as suas, é o líquido mais precioso, e não só porque é o melhor condutor de energia, mas porque é insípida, incolor e inodora, e não há máscaras, hipocrisias, nem nada que deturpe o que ela é de fato. Não só se alimente dela, mas inspire-se nela e torne sua existência tão pura que só sobre a essência.
Olhar meus amigos escorpianos, Vanessa Kátia e Alexsander Torquato, os homenageados de hoje, é também muito inspirador, a astrologia diz que os nascidos sobre o sol em escorpião são como fênix, que renascem das cinzas, mas diria mais, eles também te ensinam a fórmula da melhor maneira, através do amor que o filósofo Epicuro considera o mais puro, a amizade.
Amo todos os meus amigos de maneira muito peculiar e difereciada, mas neste momento específico, quero compatilhar minha alegria, poesia e amor com esses dois que têm sido muito presentes nesta minha nova fase do reencontro ao auto-amor.
Desejo a todos um excelente domingo, uma excelente semana e muito amor-próprio, porque só ele preenche, nada mais o preencherá, o restante são apenas fugas e anestesias sem consistência.
Um espaço virtual para sentimentos reais de vida. Ajuda mútua entre os dois lados da tela. Motivos para viver, desabafos de vidas e uma visão otimista para cada momento de desespero interno e externo de pessoas de carne e osso.
domingo, 8 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Amar verbo intransitivo
Amar, verbo transitivo, dizem os letrados. Prefiro concordar com o modernista Mário de Andrade. Apesar de todos acharem que precisamos amar alguém ou algo, percebo que o verbo não precisa de objetos de desejo nem de complemento, quem sabe amar, simplesmente ama.
O verbo vem se distorcendo ao longo de séculos, e atualmente, acredito que a banalidade da sua existência ou melhor, falta de existência contaminou a humanidade. Todos amam, todos dizem "eu te amo" como quem troca de roupa e acessórios. O verdadeiro significado é mais profundo.
A começar pelas condições, alguns amam os que são ou parecem ser felizes, outros amam os que são perfeitos (ou aparentam, uma vez que a perfeição não é deste mundo). Mas todos, ou quase todos amam porque disseram que a felicidade está ligada ao amor, o que quase ninguém percebe é que esse amor que aprenderam a apenas verbalizar é paixão, algo totalmente oposto.
Amar está além de condicionamentos, simplesmente sente e age de acordo com as premissas básicas do respeito e da tolerância. Mas neste caso a tolerância não é algo difícil de exercitar, não é um desafio a amar, não é tolerar no sentido denotativo da coisa, é simplesmente respeitar o que o outro é, sem tentar desfiar maneiras incansáveis de moldá-lo a seu bel-prazer.
As mães sabem bem do que estou falando, pois se há na Terra, alguém além dos missionários que aqui vieram são as mães, que independente da condição moral de quem gerou, ama. Sem julgá-lo. E isto não quer dizer que não contribua para sua evolução com algumas "proibições", mas tudo isso é parte de um amor maior. E acho que foi isso que o Cazuza quis dizer quando cantarolou que "...só as mães são felizes". Isso mesmo, a felicidade está intimamente ligada ao amor verdadeiro.
É ouvir um verso extremamente profundo ou uma música que toque a alma e perceber que tudo isso é fruto de amores guardados, aglutinados dentro do espírito que necessita ser feliz, os artistas fazem isso bem. Perceber que o te toca não é somente porque é bonito demais, mas porque existe uma vontade louca de amar aí dentro, mas insistimos em querer procurar os objetos diretos. Perdoe-se, permita-se, ame. Simplesmente, ame!
O verbo vem se distorcendo ao longo de séculos, e atualmente, acredito que a banalidade da sua existência ou melhor, falta de existência contaminou a humanidade. Todos amam, todos dizem "eu te amo" como quem troca de roupa e acessórios. O verdadeiro significado é mais profundo.
A começar pelas condições, alguns amam os que são ou parecem ser felizes, outros amam os que são perfeitos (ou aparentam, uma vez que a perfeição não é deste mundo). Mas todos, ou quase todos amam porque disseram que a felicidade está ligada ao amor, o que quase ninguém percebe é que esse amor que aprenderam a apenas verbalizar é paixão, algo totalmente oposto.
Amar está além de condicionamentos, simplesmente sente e age de acordo com as premissas básicas do respeito e da tolerância. Mas neste caso a tolerância não é algo difícil de exercitar, não é um desafio a amar, não é tolerar no sentido denotativo da coisa, é simplesmente respeitar o que o outro é, sem tentar desfiar maneiras incansáveis de moldá-lo a seu bel-prazer.
As mães sabem bem do que estou falando, pois se há na Terra, alguém além dos missionários que aqui vieram são as mães, que independente da condição moral de quem gerou, ama. Sem julgá-lo. E isto não quer dizer que não contribua para sua evolução com algumas "proibições", mas tudo isso é parte de um amor maior. E acho que foi isso que o Cazuza quis dizer quando cantarolou que "...só as mães são felizes". Isso mesmo, a felicidade está intimamente ligada ao amor verdadeiro.
É ouvir um verso extremamente profundo ou uma música que toque a alma e perceber que tudo isso é fruto de amores guardados, aglutinados dentro do espírito que necessita ser feliz, os artistas fazem isso bem. Perceber que o te toca não é somente porque é bonito demais, mas porque existe uma vontade louca de amar aí dentro, mas insistimos em querer procurar os objetos diretos. Perdoe-se, permita-se, ame. Simplesmente, ame!
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domingo, 1 de julho de 2012
Metáforas, cuspidas e bem-estar
Amassar a lata e todas as mágoas de algo que não teve sucesso e não te deu vez.
Vomitar toda a angústia de um silêncio mal curado.
Toda a raiva de um minuto e uma semana de paraíso e final infernal.
Cada pisada um troco, uma resposta e um direito de defesa e ataque intragáveis.
Sete dias e apenas 60 segundos de catarse.
Não quero e não vou somatizar um câncer,
perceber que sou feliz ainda é utopia, mas o tempo o fará realidade.
Assim como a água que ferve a 100ºC e a gravidade existem,
o estado de alma equilibrado e feliz também será uma verdade absoluta.
Então, meus irmãos de alma, não enfraqueçam com os tropeços,
as pedras existem, mas as areias do mar um dia já foram pedras.
Vomitar toda a angústia de um silêncio mal curado.
Toda a raiva de um minuto e uma semana de paraíso e final infernal.
Cada pisada um troco, uma resposta e um direito de defesa e ataque intragáveis.
Sete dias e apenas 60 segundos de catarse.
Não quero e não vou somatizar um câncer,
perceber que sou feliz ainda é utopia, mas o tempo o fará realidade.
Assim como a água que ferve a 100ºC e a gravidade existem,
o estado de alma equilibrado e feliz também será uma verdade absoluta.
Então, meus irmãos de alma, não enfraqueçam com os tropeços,
as pedras existem, mas as areias do mar um dia já foram pedras.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Falsa felicidade
Às vezes a insatisfação nos ataca e é sempre motivo de mudança de pensamentos, atitudes, mas nem sempre saímos do lugar.
O que talvez pensemos pouco é sobre a origem dela. Sobre a profundidade em que estava escondida todo o tempo, mascarada pelas válvulas de escapes e maquiagens.
A facilidade que o comodismo nos traz parece mais confortável, mas às vezes é necessário mais coragem, mais enfrentamento e confronto no espelho das nossas almas.
"Os escândalos são necessários".
O descanso das emoções nos traz uma falsa impressão de paz, mas só a ferida aberta é capaz de cicatrizar as mais profundas dores.
Portanto meus amigos de alma, coragem pra abrí-las, o resultado final será a melhor anestesia.
O que talvez pensemos pouco é sobre a origem dela. Sobre a profundidade em que estava escondida todo o tempo, mascarada pelas válvulas de escapes e maquiagens.
A facilidade que o comodismo nos traz parece mais confortável, mas às vezes é necessário mais coragem, mais enfrentamento e confronto no espelho das nossas almas.
"Os escândalos são necessários".
O descanso das emoções nos traz uma falsa impressão de paz, mas só a ferida aberta é capaz de cicatrizar as mais profundas dores.
Portanto meus amigos de alma, coragem pra abrí-las, o resultado final será a melhor anestesia.
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terça-feira, 12 de junho de 2012
Namore com você mesmo
O que fazer no dia 12 de junho?
Nada melhor do que assistir a um filme romântico sozinha. E por que não? Somos tão cheios de nós mesmos quando vamos discutir o capitalismo e as suas consequências, como os dias típicos: dia dos pais, dia das mães, dia dos namorados...tudo marketing, tudo feito pra vender mais...
Então, porque ficamos tão mal no dia dos namorados? Será que não estamos sendo um pouquinho hipócritas? Assumirmos que realmente nos incomoda passar este dia sozinhos é mais difícil do que podemos realizar. E quando digo realizar, é realizar mesmo, trazer pro real, sair do nosso mundinho virtual ou platônico, onde só as idéias funcionam e trazer para a prática da vida real.
Portanto, tragamos para nós e para a realidade o que nos afeta e nos atinge e vamos confrontar, chorar, dizer e vivenciar, nem que seja assistindo a um patético filme que nos relembre o momento que se foi e/ou que nunca existiu.
Amar também é estar sozinho com você mesmo e um filminho melodramático.
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sábado, 26 de maio de 2012
Os céus comemoram
“Os bons morrem jovens, assim parece
ser quando me lembro de você. Lembro das tardes que passamos juntos, não é sempre,
mas eu sei que você está bem agora, só que neste ano o verão acabou cedo
demais...” Renato Russo
O Renato
escreveu essa música provavelmente pensando nos bons amigos ou entes que foram
jovens. Apesar de amar Legião Urbana, tenho que discordar do meu amigo, os bons
vão antes, vão depois, vão cedo e vão tarde. O céu os requisita o tempo todo.
Se ficarem todos os bons por aqui, quem serão os ajudantes dos anjos? Faltará
mão-de-obra, e acho que também fica meio fora de contexto levar um irmãozinho
ainda um pouco equivocado pra ajudar no bem.
Hoje faz exatamente um mês que alguém
muito querido por TODOS (todos mesmo), foi chamado para a trupi dos novos
ajudantes. Alguns reclamam dos pais que têm, outros reclamam porque não têm, e
uns passam a vida inteira preocupados com os laços consanguíneos e não percebem
que a verdadeira família é a feita de amor, seja o mesmo sangue correndo nas
veias ou qualquer outro que esteja alimentando um coração.
Talvez a melancolia tenha me atacado
hoje, mas não vou deixar que se estenda mais do que o tempo que durará este
texto. O invólucro carnal não acaba com o que existe dentro, tentei te dizer
isso algumas vezes, de algumas formas, mas acho que agora entende melhor. Os
laços construídos com amor são eternos.
Gosto
muito das palavras, mas hoje quase todas elas me somem... Fico com o que está
dentro de mim e com um pedaço da minha primeira e última carta te escrevi antes
de você fazer essa longa viagem, e acho que as palavras ainda estão totalmente
dentro do contexto. Tomarei a liberdade de repeti-las: “Temos todos a centelha
divina em potencial, não seremos Deuses, porque só existe um criador, mas
seremos todos anjos, e particularmente, acho que é um estímulo e tanto diante
das provas....E quando ficar triste, pense no presente recebido e agradeça com
a perseverança e a fé. Esta transporta montanhas, mas somente o amor transforma
almas. Finalizo desejando e oferecendo todo o amor que me cabe, e agradecendo é
claro, por tudo”.
Fique em paz, meu tio, meu pai,
da sua filha de alma,
Vanessa
Martins
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Uma manhã e um orfanato
Existe algo mais belo que o amor de uma criatura tão pequena? Pequena na estatura, mas imensa na bagagem que traz, no amor e na essência que a acompanha ao longo das existências.
Mesmo as criaturas mais duras e desajeitadas não conseguem permanecer na sua "firmeza" de conceitos e pré-concepções antigas diante de uma criança cheia de amor pra dar.
Correr, brincar e cair. Voltar à inocência da infância por um dia pode ser um dos "milagres" mais antigos e potentes pra quebrar as antigas barreiras da seriedade que tanto turvam a visão de um mundo tão belo.
Tudo precisa apenas de um pontapé, um ponto de partida inicial, e esse início pode ser apenas um olhar brilhante e um sorriso com poucos dentes.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
O tempo, o outro e a conveniência
"...o homem vive reclamando que não tem tempo, mas vive como se tivesse todo o tempo do mundo..."
É mais ou menos isso que li esses dias. Frase pra refletir com carinho, não é? Talvez o problema não seja a falta de tempo, mas o que viemos fazendo com o tempo que temos.
O ponto de partida deveria ser o estabelecimento de prioridades, o problema é que anda tudo meio trocado. Valores trocados! Andamos sempre pregando o anti-materialismo quando estamos nos preocupando em primeiro lugar com a matéria básica e essencial para vivermos na Terra (dinheiro). Nada contra, mas a problemática se instala quando ela não é somente o pontapé inicial, mas a questão central, final e eterna nas mentes de todos.
Deixamos as questões do espírito pra depois porque ainda não temos a matéria, e quando a conseguimos, continuamos deixando pra depois porque temos os problemas que vêm com ela, aí esperamos por resolvê-los, mas as resoluções e soluções se prolongam e não concluímos, porque neste momento resolvemos nos "espiritualizar". Aí ficamos calmos, assim como manda o Globo Repórter e a cartilha dos "naturebas" , e então, neste momento somos disciplinados. Não desesperamos porque tudo irá se encaminhar e a solução vai chegar, afinal de contas o STRESS é o mal do século, então, esperamos que a solução chegue no tempo dela, Deus sabe o que faz. Não é essa a desculpa que costumamos usar pra não sermos práticos e "materialistas" quando realmente temos que ser?
É...talvez saibamos realmente do caminho certo, mas às vezes é conveniente não sabermos, não é? A praticidade característica do mundo material pode ser muito benéfica, mas a conveniência fala mais alto. Aquele trabalho voluntário tão planejado não é tão importante neste momento, não é mesmo? Mesmo porque, se fosse, todo o Universo se conspiraria pra fazê-lo acontecer, não deixaria que tantos problemas de rotina atrapalhassem-no, então não existe uma culpa em primeira pessoa. Só tem um detalhe, o livre-arbítrio ainda é lei, por mais contraditório que pareça. E já que gostamos tanto do conceito de que tudo é obra do destino, talvez a Física também não tenha sido o nosso maior trauma na escola por acaso, afinal de contas, já tem tanto tempo que Newton vem falando de uma tal de Ação e Reação.
Resumindo, o tempo e a falta dele são relativos, a vontade e a falta dela, nem tanto!
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Vou de clichê
Costumava dizer, “na dúvida, faça”, hoje em dia, acrescento, na dúvida, pense duas vezes (não mais que isso, afinal de contas não podemos perder tanto tempo com isso), pese os prós e contras e se não fizer mal a ninguém, faça.
Costumava ler, “o mundo precisa de exemplos, não de opiniões”. Então, comece por você que tentarei começando por mim também.
Costumava escutar “viva o presente, porque como o próprio nome diz...”, e esta frase, confesso, particularmente é a melhor. Claro que não devemos descartar o planejamento, nem vivermos o presente desenfreadamente, mas apenas aprender a vivê-lo no tempo certo.
Acho que este é o ponto central, viver cada tempo no seu devido momento. Com a nostalgia de vez em quando, mas sem a melancolia, com o futuro agendado, mas sem furar fila e o presente carinhosamente desembrulhado.
Decidi começar dos clichês hoje para não finalizar pouco original, porque quando essa originalidade se ausenta de início, ficamos com os velhos clichês que já conhecemos, daí, somos obrigados a repetir a lição, mas desta vez, com a obrigação do sucesso. Carpe Diem!!!
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